sábado, 12 de novembro de 2011

Exercícios II – Sistemas de Informações Gerenciais


 

EXECÍCIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS


 


 

Questão 1 – Descreva o processo de segurança da informação.


 


 

Questão 2 – Quais os Objetivos básicos da segurança em Sistemas de Informações ?


 


 

Questão 3 – Quais as ações que devem ser definidas pela Política da segurança em Sistemas de Informações para garantir a segurança corporativa ?


 


 

Questão 4 - A análise de riscos consiste em um processo de identificação dos riscos de segurança, aos quais a organização pode estar exposta. É realizada através de uma avaliação sistemática que visa o mapeamento das ameaças e vulnerabilidades físicas, processuais, tecnológicas e humanas. A análise de riscos é fundamental para a gestão dos negócios, já que fornece aos executivos uma visão clara dos riscos a que o negócio está exposto.

Quais as etapas em que se divide a Análise de Risco ?


 


 

Questão 5 - Existem inúmeras medidas de segurança a serem aplicadas na empresa, de acordo com o tipo de negócio. Essas medidas podem ser classificadas em duas categorias mais genéricas: a Segurança Física e Segurança Lógica. O que inclui basicamente a Segurança Física??


 


 

Questão 6 - Existem inúmeras medidas de segurança a serem aplicadas na empresa, de acordo com o tipo de negócio. Essas medidas podem ser classificadas em duas categorias mais genéricas: a Segurança Física e Segurança Lógica. O que inclui basicamente a Segurança Lógica?


 


 

Questão 7 - Com base nos estudos da disciplina Sistemas de Informações Gerenciais, Avalie as afirmações e escolha a melhor resposta.

  1. Os sistemas de informação estratégicos não exigem mudanças importantes na maneira de operar de uma empresa.
  2. Tornar-se uma empresa geradora de conhecimento ou uma learning organization (organização que aprende) significa armazenar conhecimento para utilização.
  3. A característica de adaptabilidade de uma empresa virtual significa que a empresa deve adaptar-se a um ambiente de negócios diversificado e em lenta transformação.
  4. O conceito de cadeia de valor encara uma empresa como uma série de atividades básicas que adicionam valor a seus produtos ou serviços.
  5. Na perspectiva de problemas , o tomador de decisão não pode aplicar métodos quantitativos para tornar o processo decisório mais racional possível, concentrando-se principalmente na determinação e equacionamento do problema a ser resolvido.


     


     

  6. Estão certas as questões 2, 4 e 5.
  7. Estão erradas as questões 1, e 3 e 5.
  8. Somente a questão 4 está certa.
  9. Estão certas apenas as questões 1 e 4.
  10. Todas as questões estão certas.


     


     

  11. Na Teoria Comportamental da Administração a organização é considerada como um sistema de decisões em que cada pessoa participa racional e conscientemente, escolhendo e tomando decisões a respeito de alternativas mais ou menos racionais de comportamento.
  12. Os objetivos são as pretensões que o tomador de decisão pretende alcançar com suas ações.
  13. Preferências são os critérios que o tomador de decisão não usa para fazer a escolha.
  14. Estratégia é o caminho que o decisor escolhe para melhor atingir o processo.
  15. Situação são os aspectos ambientais que envolvem o decisor. Resultado é a conseqüência de uma dada estratégia.


     


     

    1. Estão certas as questões 2, 4 e 5.
    2. Estão erradas as questões 2 e 5.
    3. Somente a questão 3 está certa.
    4. Estão certas apenas as questões 1, 2 e 5.
    5. Todas as questões estão certas.


       


     

  16. A Perspectiva do processo se concentra nas etapas do processo de decisão, é genérica. É uma abordagem criticada por se relacionar muito com o procedimento e não com o conteúdo da decisão. (influencia das emoções e impulsos dos decisores).
  17. A análise de riscos consiste em um processo de identificação dos riscos de segurança, aos quais a organização pode estar exposta. É realizada através de uma avaliação sistemática que visa o mapeamento das ameaças e vulnerabilidades físicas, processuais, tecnológicas e humanas. A análise de riscos não é fundamental para a gestão dos negócios, já que fornece aos executivos uma visão clara dos riscos a que o negócio está exposto.

  18. Quanto mais se aumenta a complexidade das redes, quanto mais recursos são disponibilizados aos usuários, quanto mais informação é requerida por este usuário, mais difícil se torna garantir a segurança dos sistemas de informação.
  19. As decisões são tomadas sob diversas condições, sob condições de certeza, condições de incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de risco menor do que as decisões não-programadas.
  20. As decisões são tomadas sob diversas condições, sob condições de certeza, condições de incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de risco maior do que as decisões não-programadas.


     


     

    1. Estão certas as questões 2, 4 e 5.
    2. Estão erradas as questões 2 e 5.
    3. Somente a questão 4 está certa.
    4. Estão certas apenas as questões 1, 3 e 4.
    5. Todas as questões estão certas.


     

    Questão 8 - Com base nos estudos da disciplina Sistemas de Informações Gerenciais, Avalie as afirmações e escolha a melhor resposta.


     


     

  21. Tornar-se uma empresa geradora de conhecimento ou uma learning organization (organização que aprende) significa armazenar conhecimento para utilização.
  22. Os sistemas de informação estratégicos não exigem mudanças importantes na maneira de operar de uma empresa.
  23. A característica de adaptabilidade de uma empresa virtual significa que a empresa deve adaptar-se a um ambiente de negócios diversificado e em lenta transformação.
  24. O conceito de cadeia de valor encara uma empresa como uma série de atividades básicas que adicionam valor a seus produtos ou serviços.
  25. Na perspectiva de problemas , o tomador de decisão não pode aplicar métodos quantitativos para tornar o processo decisório mais racional possível, concentrando-se principalmente na determinação e equacionamento do problema a ser resolvido.


     


     

    1. Estão certas as questões 2, 4 e 5.
    2. Estão erradas as questões 2, e 3 e 5.
    3. Somente a questão 4 está certa.
    4. Estão certas apenas as questões 1 e 4.
    5. Todas as questões estão certas.


       


     


     

  26. Preferências são os critérios que o tomador de decisão não usa para fazer a escolha.
  27. Na Teoria Comportamental da Administração a organização é considerada como um sistema de decisões em que cada pessoa participa racional e conscientemente, escolhendo e tomando decisões a respeito de alternativas mais ou menos racionais de comportamento.
  28. Os objetivos são as pretensões que o tomador de decisão pretende alcançar com suas ações.
  29. Estratégia é o caminho que o decisor escolhe para melhor atingir o processo.
  30. Situação são os aspectos ambientais que envolvem o decisor. Resultado é a conseqüência de uma dada estratégia.


     


     

    1. Estão certas as questões 2, 4 e 5.
    2. Estão erradas as questões 1 e 4.
    3. Somente a questão 3 está certa.
    4. Estão certas as questões 1, 3 e 5.
    5. Todas as questões estão certas.


       


     

  31. A Perspectiva do processo se concentra nas etapas do processo de decisão, é genérica. É uma abordagem criticada por se relacionar muito com o procedimento e não com o conteúdo da decisão. (influencia das emoções e impulsos dos decisores).
  32. A análise de riscos consiste em um processo de identificação dos riscos de segurança, aos quais a organização pode estar exposta. É realizada através de uma avaliação sistemática que visa o mapeamento das ameaças e vulnerabilidades físicas, processuais, tecnológicas e humanas. A análise de riscos não é fundamental para a gestão dos negócios, já que fornece aos executivos uma visão clara dos riscos a que o negócio está exposto.

  33. Quanto mais se aumenta a complexidade das redes, quanto mais recursos são disponibilizados aos usuários, quanto mais informação é requerida por este usuário, mais difícil se torna garantir a segurança dos sistemas de informação.
  34. As decisões são tomadas sob diversas condições, sob condições de certeza, condições de incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de risco menor do que as decisões não-programadas.
  35. As decisões são tomadas sob diversas condições, sob condições de certeza, condições de incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de risco maior do que as decisões não-programadas.


     


     

    1. Estão certas as questões 2, 4 e 5.
    2. Estão erradas as questões 2 e 5.
    3. Somente a questão 4 está certa.
    4. Estão certas apenas as questões 1, 3 e 4.
    5. Todas as questões estão certas.


       

Exercícios II – Análise e Elaboração de Projetos


 


 

Questão 1 - De acordo com a publicação PMBOK, quais são os estágios necessários para a correta administração dos custos do projeto ?


 


 

Questão 2 - O planejamento dos recursos envolve determinar quais recursos físicos (pessoas, equipamentos e materiais) e quais quantidades de cada um devem ser usadas para a realização das atividades do projeto. O que podemos usar para Planejar os Recursos ?

Questão 3 - A estimativa de custo do projeto consiste basicamente na identificação dos custos unitários, na dimensão de consumo dos recursos e no cálculo dos custos, primeiramente em cada atividade e, depois, pela totalização da soma dos custos das atividades obtendo o orçamento do projeto. A estimativa dos custos inclui identificar e considerar várias alternativas de custo. Os custos do projeto podem ser classificados em custos diretos e indiretos. Cite 3 (três) exemplos de custos diretos e 2 (dois) exemplos de custos indiretos


 

Questão 4 - Quais as principais vantagens de Gestão de Projetos?

Questão 5 - Como implantar a Gestão de Projetos em uma empresa.

Questão 6 - Conceitue Gerência de Projetos:


 


 

Questão 7 - Quais as 5 (cinco) fases de um Gerenciamento de Projetos ?


 


 

Questão 8 - Conceito de Gestão por Projeto.


 


 

Questão 9 - Quais os itens que devem ser observados na fase de definição do Gerenciamento de Projetos ?


 


 

Questão 10 - Quais os itens que devem ser observados na fase de planejamento do Gerenciamento de Projetos


 


 

Questão 11 - Quais os itens que devem ser observados na fase de execução do Gerenciamento de Projetos


 


 

Questão 12 - Quais os itens que devem ser observados na fase de controle do Gerenciamento de Projetos


 


 

Questão 13 - Quais os critérios que o produto ou serviço deve ter para ter qualidade ?


 


 

Questão 14 - Quais os princípios definidos para o gerenciamento da qualidade do projeto ?


 


 

Questão 15 - O Gerenciamento da Qualidade deve incorporar técnicas e ferramentas de controle de forma a garantir com que os produtos gerados apresentem as características para as quais foram concebidos. Quais os estágios do Gerenciamento da qualidade em projetos ?


 


 


 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Dicas para melhorar a busca de informações

Os Google Hacks são pequenos truques que permitem descobrir muita coisa interessante disponível online, em alguns casos sem o conhecimento do dono do material, mas não chegam a ser técnicas ilegais.

Como o é a variedade de material disponibilizada inadvertidamente por incautos. Chega a ser assustador, são senhas, documentos confidenciais, fotos e músicas. Siga adiante e veja alguns exemplos. O resto, depende de sua imaginação.

1 - Planilhas de Pagamentos
A opção "filetype" do Google permite que a gente determine o tipo de documento a pesquisar. E sim, se arquivos de Excel, Word ou Access estiverem linkados, eles serão indexados. Para buscar todos os arquivos Excel com o termo "pagamento", basta procurar no Google por:

filetype:xls pagamento

Trocando o XLS por MDB você fará a mesma busca por Access.

2 - Diretórios de Fotos
Sim, muita gente disponibiliza diretórios com acesso direto a suas fotos pessoais, sem se preocupar. O Google acha, e indexa. Esta busca usa o padrão "index of", usado pelo Apache, para gerar o cabeçalho de diretórios. A busca no Google ficaria como:

"index of" / fotos

O termo "fotos" pode ser trocado por outro, use a imaginação. "pictures", "férias", "minha prima" ou algo assim.

3 - Modems
Sim, há gente que se dá ao trabalho de mexer na configuração a ponto de deixar seu modem DSL com a interface de administração aberta para o mundo. Para encontrar esse tipo de coisa, usamos a opção "intitle", que diz ao Google para retornar os resultados com os termos encontrados no título da página. Exemplo: Modems SpeedStream abertos:

intitle:"SpeedStream * Management Interface"

E para encerrar…

4 - MP3
Você sabia? Muita gente disponibiliza arquivos MP3 online sem saber. Segundo o Google, são 420 mil diretórios abertos, facilmente encontráveis, bastando combinar os modificadores intitle e inurl. O primeiro indica uma página de diretório, o segundo especifica que a página deve conter o termo MP3 e NÃO conter (via o sinal de menos) htm ou html. Com esse filtro temos links diretos para diretórios de músicas.

intitle:"index of" -inurl:htm -inurl:html mp3

Como bônus final, você pode procurar diretórios de filmes, trocando "mp3″ por "avi", "xvid", "mov", "qt" ou outro formato que deseje.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Filhos da Inovação

Conheça algumas empresas que nasceram da inovação e se tornaram exemplos de sucesso pela dedicação, visão altruísta, perfil humano e referência familiar
Como 10 empreendedores conseguiram alavancar grandes negócios no Brasil superando os desafios do mercado e obtendo lucros milionários ou até bilionários? Visão holística e altruísta, foco, determinação, planejamento, ética, jogo de cintura, perfil humano e referência familiar foram fatores determinantes.

As dicas e segredos para crescer, os pontos em comum, dificuldades superadas e histórias particulares desses empresários são relatados no livro ‘Startup Brasil’ (ed. Agir), de autoria de Pedro Mello e Marina Vidigal, lançado em julho.

Miguel Krigsner (O Boticário), Romero Rodrigues (BuscaPé), Maurício de Sousa (Turma da Mônica), Elói D’Ávila (Flytour), Alexandre da Costa (Cacau Show), Marcus Hadade (Arizona), Pedro Cabral (Agência Click), Vasco Oliveira (AGB Logística), Gilberto Mautner (Locaweb) e Daniel Mendez (Gran Sapore) tiveram muita persistência e determinação. Alguns deles possuem uma característica importante em comum: referência empreendedora dentro da família - desde crianças viveram em ambientes onde o assunto primordial sempre foi relacionado a negócios.

O fundador do Boticário, Miguel Krigsner, quando criança, trabalhava no caixa do negócio da família em pleno sábado, quando seus amigos jogavam bola. “Tudo começou com uma farmácia de manipulação, em 1977, com um investimento de apenas 6 mil dólares. Em 30 anos, a empresa já reunia 3.000 lojas espalhadas pelo Brasil e em dez países tornando-se aqui referência em franquias”, conta a jornalista Marina Vidigal, que também é autora de ‘Para ser Grande’ (Ed. Original).

Ao contrário de alguns, o empresário Elói D’Ávila de Oliveira, dono da Flytour, teve infância humilde e chegou a viver como menino de rua. Ainda jovem, ingressou no turismo como office-boy da agência Stella Barros. “Trabalhou muitos anos neste setor enfrentando desafios e dificuldades até criar a Flytour, que depois se tornou a maior emissora de bilhetes aéreos do país com faturamento de quase R$ 3 bilhões em 2010”, conta Marina.
Após enfrentar processos de falência (dois em empresas do pai e um do Mappin), segundo a autora, Vasco Oliveira quis identificar novos nichos, elaborou um plano de crescimento e abriu a AGV Logística. Graças a sua vasta bagagem acadêmica e perfil de planejamento, a empresa ocupava, oito anos depois, a liderança em logística no setor veterinário. Atuando também em outras frentes, seu último faturamento anual foi de R$ 650 milhões.
Segundo os autores, Alexandre Costa, da Cacau Show, revela uma atitude extremamente determinada por gerenciar a abertura de mais de 200 lojas em 2008. O empresário sabia das dificuldades e riscos, porém a vontade e crença na capacidade de realização o motivaram a ousar.
Em sua empresa, Costa afirma que reina a “cultura da mão na massa”: quando há um objetivo, a equipe toma as decisões e as coloca em prática, independente dos contratempos.”

No livro ‘Fora de Série: Outliers’, do jornalista britânico Malcolm Gladwell, são citadas histórias de personalidades de sucesso, como Beatles e Bill Gates. Ambos dedicaram cerca de 10 mil horas de treinamento durante 10 anos, antes da concretização dos negócios. A maioria dos dez empreendedores apresentados no ‘Startup Brasil’ também teve essa longa experiência prática antes do sucesso.

Para Pedro Mello, outro ponto em comum, que envolve nove dos dez empresários, é a dedicação por toda a vida ao mesmo negócio. Com exceção de Pedro Cabral, da Agência Click, os demais sempre optaram pela mesma área de atuação. Além da persistência e determinação, os empresários possuem uma outra característica importante: ousaram para criar mercados novos na época, preenchendo uma lacuna até então vazia.
Quando selecionaram os dez empreendedores para o livro, Mello e Marina sabiam que tinham montado um grupo com uma característica em comum. “Se tivesse que apontá-la, diria que seria uma visão holística e altruísta do mundo. Entre os empreendedores, Miguel Krigsner é o que mais personifica isso, com uma de suas colocações mais marcantes: ‘Pensar apenas no dinheiro é uma das maiores pobrezas que um ser pode ter’”, destaca o autor.

Vários dos empreendedores que contam suas histórias no ‘Startup Brasil’ têm um perfil mais humano e lidam com intenso volume de trabalho sem deixar de lado a família, o lazer e a saúde. Talvez por isso, segundo os autores, esses empresários tenham conseguido alavancar e transformar pequenos em grandes negócios.

Descobriram que o sucesso sem equilíbrio é momentâneo e não tem bases sólidas para se sustentar. Se houver troca constante de profissionais, a única cultura que se perpetua é a do estresse.
“Para inovar, acredito que o segredo mais importante é se conhecer muito bem, para entender seus pontos fortes e fracos. Depois disso, certamente, ter paciência e ser resiliente. Mas, em meus estudos, descobri nove maneiras de empreender. Ter consciência de qual é sua é algo fundamental”, conclui Mello.
Afinal, qual a sua maneira de empreender?
Portal HSM
08/08/2011

sábado, 13 de agosto de 2011

Demanda por ‘profissionais verdes’ cresce a cada dia

Agências de turismo e hotéis, times de futebol, empresários, profissionais de diversos setores estão incorporando boas práticas socioambientais em suas rotinas. E você, o que tem feito?
A sustentabilidade está tornando-se cada vez menos uma opção e cada vez mais uma responsabilidade necessária. Agências de turismo e hotéis, times de futebol, empresários, profissionais de diversos setores estão incorporando boas práticas socioambientais em suas rotinas. A demanda por "profissionais verdes" está crescendo, segundo estudos da empresa de consultoria norte-americana Accenture e da Organização Mundial do Trabalho.
A atuação profissional sustentável, no entanto, vai além de simplesmente reutilizar papel no escritório ou abolir copos descartáveis. O mercado exige cada vez mais a formação multidisciplinar, com profissionais qualificados para atuar em equipe e com visão ampla da cadeia de negócios. Além de práticas socioambientalmente corretas, é necessário conhecimento para gerir os aspectos administrativos e empresariais.
Para representar, conectar e fortalecer a formação desse novo perfil profissional baseado na sustentabilidade foi criada a Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade.
Idealizada em 2009 e lançada oficialmente em fevereiro de 2011, a Associação conta com 20 voluntários divididos em 3 Grupos de Trabalho: Estruturação e Planejamento Organizacional, que estrutura a organização; Gestão do Conhecimento, que promove ações de compartilhamento e divulgação de conhecimento entre os profissionais da área; e Comunicação, que divulga a rede de associados.
Fonte: Agenda Sustentável (www.agendasustentavel.com.br)
Portal HSM

Não somos educados para inovar!

Você sabia que mais da metade das micro e empresas paulistas dificilmente busca inovação para melhorar o próprio negócio? A realidade é comprovada na última pesquisa feita pelo Sebrae-SP, no final de 2009, confirmando que o Brasil caminha a passos lentos para introduzir inovações e trazer um diferencial às empresas.
Desde a infância, somos educados para buscar o caminho da certeza, sem arriscar ou ousar em nossas ações. Os pequenos empreendedores, em sua maioria, não têm essa percepção da importância de mudar para avançar. Mas é possível mudar este cenário?
Na opinião de Ary Scapin, consultor do Sebrae-SP em Desenvolvimento e Inovação, ainda existe um mito de que ideias inovadoras dependem exclusivamente de investimentos financeiros.
Analisar a tendência do mercado, entender como age a concorrência e aceitar a mudança de postura do consumidor são observações que podem ser feitas, de forma simples, com pesquisas internas e na internet.
Com essas informações em mãos e focando no seu produto, o pequeno empresário deve se perguntar: o que posso melhorar? Ary lembra que, muitas vezes, já existe a inovação ao mudar a cor do produto, a forma da embalagem ou a linha de atendimento ao cliente, o que não exige altos custos.
Já Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), conta que esta falta de inovação acontece porque não existe essa cultura no sistema educacional do país.
As crianças são educadas para buscar o caminho da certeza, onde o erro deve ser evitado. Mas não existe inovação sem tolerância ao erro. Na grande maioria, o pequeno empreendedor é tipicamente de subsistência e possui apenas um negócio para tirar o sustento diário. São poucos os que se baseiam em inovação porque não há um estímulo para romper ideias e conceitos atuais a favor do novo.
Existe outro mito de que o brasileiro é criativo, o que pode contrastar com os baixos índices de inovação. A verdade é que o brasileiro recorre à criatividade para se adaptar a circunstâncias desfavoráveis e agressivas impostas pelo ambiente – e isso é diferente de inovar.
Alguns especialistas defendem que a inovação não surge de forma espontânea e baseada na necessidade e, sim, na ação pró-ativa em torno de criação de valor.
O que fazer para melhorar? Hashimoto afirma que depende do ponto de vista. Se falarmos em relação à sociedade, precisamos de mais investimentos em pesquisa, que devem vir tanto do poder público quanto das empresas para não perdemos o bonde da inovação.
Ainda existem áreas de destaque em que vale a pena investir para o país se destacar no cenário global, como a biotecnologia e energia, por exemplo.
Do ponto de vista do empreendedor, Hashimoto é enfático: onde existe problema, há também oportunidade. Cabe aqui o ditado: “Em terra de cego, quem tem um olho é rei”. Os poucos empreendedores com o privilégio de terem aprendido a quebrar paradigmas, aceitar mudanças e romper padrões são os que melhor conseguem identificar e aproveitar as chances do mercado.
Empreender no Brasil é como estar com uma cesta vazia em um pomar cheio de árvores com frutas maduras prontas para a colheita. Para todo lugar que olhamos, existem oportunidades e é onde a inovação deve entrar. Há chances para todos, mas só os privilegiados com esta percepção vão aproveitá-las. E você, está atento as oportunidades?

http://www.hsm.com.br

Consultores e consultoria

A consultoria é um serviço que busca auxiliar na análise e solução de problemas de ordem prática e a difundir técnicas de gestão bem-sucedidas, nos diversos setores da economia. Os serviços de consultoria podem ser prestados por empresas, profissionais autônomos, órgãos internos, tanto no setor público, quanto no privado, sempre capacitado a oferecer contribuições específicas no ramo. Surge, então, a grande questão: a capacitação.
A capacitação profissional para o exercício da atividade de consultoria deve ser elaborada visando preparar o futuro consultor para a aquisição de habilidade e autoconfiança para o desenvolvimento de trabalho em sua área de administração. Deve-se, portanto, buscar a proficiência em sua área de atuação.
Pode-se afirmar, que o conteúdo básico de qualquer processo de formação deve consistir em:
1. Visão global da consultoria de organização e técnica, com ênfase no relacionamento consultor-cliente e no papel do consultor nos processos de mudança;
2. Preparação, planejamento e controle das tarefas preliminares individuais do consultor, destacando-se o diagnóstico e o modelo ideal de intervenção;
3. Orientação metodológica dos principais passos dos serviços de consultoria: métodos, técnicas e ferramentas inter-relacionados;
4. Introdução à consultoria em áreas específicas da organização, como: administração geral, finanças, marketing, sistemas de informação, recursos humanos, logística e administração da média e pequena empresa;
5. Orientação acerca do papel do agente de mudança e dos aspectos éticos a serem considerados;
6. Introdução às ciências do comportamento e às descobertas sobre comunicação e mudanças nas organizações;
7. Visão panorâmica do processo de mudança nas organizações e sua repercussão nas pessoas, estratégias e táticas para implementar a mudança;
8. Conhecimento sobre comunicação oral: eficácia ao falar e ao ouvir, entrevistas de investigação e outros; e sobre comunicação escrita: a mensagem e seus canais, e redação de relatórios.
9. Acompanhamento dos acontecimentos mundiais e da realidade em que se desenvolve a sociedade.
10. A qualificação profissional de consultoria deve somar-se, ainda, com a prática e com a experiência na execução e condução de processos. Só assim teremos consultores no exercício efetivo de suas atividades.
Por fim, a prática de consultoria no Brasil vem sendo desenvolvida por profissionais de qualidade e de experiência, consultores em tempo integral, exercendo há mais de 30 anos, que, contudo, só agora estão fazendo escola com o curso da capacitação em consultoria.
Concluindo, avaliamos que ainda é pouco e muito mais precisa ser feito: universidades em suas estruturas curriculares, em atividades complementares e nas empresas juniores devem intensificar a preparação dos futuros profissionais que formam; entidades devem incentivar o desenvolvimento de cursos, jornadas e fóruns entre seus membros; e sindicatos patronais e profissionais devem orientar seus associados quanto à utilização dos serviços de consultoria sob pena, de isso não ocorrendo, de certo, serem os principais prejudicados pelos serviços de consultoria prestados por profissionais mal preparados e inadequados.

Por Antônio Andrade (diretor-coordenador do núcleo Rio de Janeiro do IBCO; doutor e mestre em Ciência da Informação (UFRJ). Website: www.ibco.org.br)
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